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    Tagueado com " Domitila Madureira"

    Na real: A fotografia e a moeda

    19 dez 2013   //   por admin   //   Colunas  //  Sem comentários

    Essa é uma época do ano muito penosa para uma grande quantidade de pessoas, enquanto para outros é uma época de alegria,  reencontros, troca de presentes e comemorações. Muitos não têm com quem se reunir na noite do Advento, mesmo querendo celebrar o nascimento do Príncipe da Paz. Outros sequer têm um lar, um quarto, um canto para chamar de seu. Alguns estão com familiares hospitalizados ou acabaram de viver o luto.

    Agradeço a Deus por ter me inserido na comunidade onde congrego, pois tenho sido acolhida com real carinho e me integrado tão rapidamente que atribuo essa recepção a um prodígio sobrenatural de Deus. Fico impressionada a cada vez que leio um depoimento dos irmãos da Igreja Perseguida que, diante de inúmeras necessidades prioritárias, como treinamento, materiais impressos, recursos pecuniários, entre outros, sempre testemunham do alto valor que uma mera visita tem.

    Assim, voltei a me impressionar, quando em visita ao LAMAG, no dia 14-12-2013, ouvimos depoimentos no mesmo sentido, destacando o quão bom era merecer nosso tempo, não apenas pelos presentes ou gestos humanitários que nos foi permitido fazer nessa ocasião, mas tão somente por ir visitar essas idosas e suas cuidadoras, abraçando-as, ouvindo-as, cantando com elas e partilhando com elas a mensagem de Deus.

    Não sejamos como a fotografia, que apenas eterniza um momento que já não existe, revelando tão somente o exterior das pessoas. Sejamos como a moeda que, de um lado, mostra sua face e, de outro, seu valor. Possamos todos prosseguirmos na jornada que nos aproxima do Pai, por intermédio do sangue do Filho, e graças à orientação do Espírito Santo! E que brilhe Jesus!

    Boas festas e feliz 2014!

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    Domitila Madureira, nasceu num lar cristão e é membro da Catedral Metodista do Rio de Janeiro. 
    domitila.madureira@gmail.com

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    Na real – conversando com meus botões

    3 dez 2013   //   por admin   //   Colunas  //  Sem comentários

    ATÉ UM RELÓGIO QUEBRADO ESTÁ CERTO DUAS VEZES POR DIA.

    Quando eu era estudante, aprendi em astronomia que o fenômeno observado depende do ponto de vista do observador. Assim também acontece em todos os outros campos da nossa vida diária.

    Observe que pessoas impuras têm palavras negativas sobre os outros, revelando o que lhes vai no coração. Inversamente, aqueles que trabalham arduamente para retirar impurezas do seu coração, esses só têm palavras agradáveis sobre seus familiares, amigos, pastores, colaboradores e empregadores!

    Podemos nos comover com o sofrimento indizível vivido por Jesus Cristo em nosso favor, ao relembrar a traição de Judas. Ou podemos nos alegrar por isto, porque assim o lugar vago à mesa do Mestre pode ser ocupado por nós! É sempre um momento triste a comunhão da Santa Ceia, pois os sofrimentos infligidos a Jesus foram terríveis. Mas também podemos, ao invés de mirar na via dolorosa, bendizer aquele alegre dia em que Ele nos chamou para a Sua glória, ao consumar o seu desígnio! Deus tem o melhor para nós. Mesmo que você fraqueje, lembre-se que os problemas são o instrumento usado por Deus para nos promover, para nos recompensar. Há algo que nem seu melhor amigo pode te dar. Apenas os seus adversários podem te dar a vitória! Pare de pedir a ajuda de Deus, como se você estivesse no comando. Comece a orar se colocando no papel de Seu ajudante para fazer o que for da Sua vontade. Agradeça, pela fé, as bençãos que tem pedido, mesmo que ainda não tenham se materializado!

    Peça a Deus força, tranquilidade para não se deixar abater pelas circunstâncias. Confie na sua “boa, perfeita e agradável vontade” para nossas vidas! “Regozijai-vos sempre” (1 Tessalonicenses 5:16). Como está meu coração? De que palavras a minha boca está cheia: de condenação ou de estímulo? Oremos para que tenhamos verdadeiramente um coração mais parecido com o de Cristo.

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    Domitila Madureira, nasceu num lar cristão e é membro da Catedral Metodista do Rio de Janeiro. 
    domitila.madureira@gmail.com

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    CAMELO OU JUMENTO?

    25 nov 2013   //   por admin   //   Colunas  //  Sem comentários

    A palavra Ministro vem do latim minister que significa o menor ou mínimo. Nesse sentido, faz oposição à palavra latina magister que significa o maior ou mestre que, como sabemos, foi a forma usual pela qual os apóstolos chamavam a Jesus que afirmou: porque aquele que entre vós todos for o menor, esse mesmo é grande (Lucas 9:48b). Se o Mestre veio para servir, por que tantos entre nós têm relutância em servir? E se decididos já estamos, como queremos servir a Deus: como um camelo ou com um jumento? O jumento se rebela e empaca quando está cansado ou não foi alimentado adequadamente. E o camelo? Segue servindo, muitas vezes sem comer nem beber, suportando as altas temperaturas, sem reclamar, sendo obediente, firme em qualquer circunstância, muitas vezes até cair morto.

    O servo de Deus que adota atitude semelhante à do camelo tem visão,sensibilidade e percepção, antecipa-se às adversidades. Não é rebelde, antes é manso, tem domínio de suas palavras e ações, demonstra tolerância na vida em equipe, permanece sempre fiel ao seu Senhor, prostra-se como o camelo diante do seu dono, suporta a carga que recebe, enche-se da Água viva para aliviar os cansados, sujos e sedentos!

    Lembremo-nos das palavras do Mestre, que tendo sido poderoso para curar, ressuscitar e salvar a muitos, nunca fez um único milagre para si mesmo, suportando a todas as afrontas com paciência e amor infinitos! E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me (Lucas 9:23).

    Oremos pelos que servem ao Reino de Deus e se encontram cansados e se sentem sobrecarregados. Pai bendito, te agradecemos pela oportunidade de te servirmos. Dá-nos um espírito ensinável e humildade para que através de nossas vidas outros que ainda sofrem nas trevas possam vir para a luz e o amor do Mestre, em cujo nome oramos, amén!

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    Domitila Madureira, nasceu num lar cristão e é membro da Catedral Metodista do Rio de Janeiro. 
    domitila.madureira@gmail.com

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    Na real – conversando com meus botões

    11 nov 2013   //   por admin   //   Colunas  //  Sem comentários

    NA REAL (conversa com meus botões)

    Em diferentes oportunidades na minha vida, eu me dediquei a jardinar. Aos 12 anos criei uma horta no quintal de nossa casa. Muitos anos mais tarde, me ocupei de flores. Todos que gostam de mexer com a terra sabem como é trabalhoso preparar a terra, plantar, regar, limpar as ervas daninhas, nutrir as plantas até chegar a ver sua floração e frutificação. E inversamente têm consciência de como ervas daninhas brotam sem esforço para sufocar a plantação.

    Eu me identifiquei com o que ouvi o pastor Wilson dizer do altar quinta-feira, 07-11-2013, quando ele confessou que evita assistir ao noticiário. Eu me lembrei do conselho sábio de um ancião que sabedor do meu hábito de ler, no mínimo, diariamente um jornal de circulação nacional e semanalmente uma revista de informação, me aconselhou a evitar fazê-lo. Eu achei difícil no início me desacostumar a me manter informada, hábito adquirido aos 17 anos de idade quando comecei a trabalhar e ligado ao meu ofício. Mas hoje evito cuidadosamente tudo aquilo que, como ervas daninhas, surgem sem esforço e dão trabalho para serem retiradas do jardim.

    Eu já tinha tomado, ao ouvir esse conselho, a decisão de me fixar no lado positivo da existência. O que não significa dizer ingenuidade ou cegueira quanto ao mal que granjeia nesse mundo. Mas antes uma firme determinação de evitar o mal, que surge sem esforço, e me concentrar em produzir o bem que demanda tanto esforço para frutificar. As duas polaridades fazem parte da realidade, quando a negativa me invade, simplesmente eu abro mão e a deixo ir.

    Assim evito levar e trazer conversas desnecessárias que possam causar desarmonia. É muito mais do que guardar sigilo ou não fofocar. Se alguém me procura para falar de fulano, quando este está ausente, sugiro delicadamente que fale com o próprio, pois estou segura que aquele que fala de fulano comigo quando este não está presente, da mesma forma fala na minha ausência com fulano de mim.

    Aprendi na vida, e não nos livros, que a fofoca é fácil de ser evitada. Basta você nunca estar disponível para ouvir o fofoqueiro! Como sou uma pessoa muito ocupada, é fácil descartar conversas fúteis dizendo, entre outras coisas: “desculpe, estou no meio de uma tarefa que não posso interromper” ou algo semelhante para evitar usurpar o lugar do Juiz. Quem dá ouvidos ao fofoqueiro se deixou seduzir pela ideia de julgar seu semelhante, quer saber quem fez o quê, quando, por quê. Jesus Cristo é nosso único Juiz e nos ama, nos perdoa, nos absolve de nossas faltas, transgressões e pecados.

    Eu desafio você a procurar cortar o contato com tudo aquilo que contamina sua mente! Determine-se a permanecer alicerçado na Rocha. O bem para surgir requer muito esforço e persistência, mas o mal sem esforço surge. Por isso Cristo nos alertou: “vigiai e orai!” Meu filho, que foi escoteiro, dizia: “sempre alerta!” Que possamos tomar a determinação, observar nossa mente, e escolher o melhor.

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    Domitila Madureira, nasceu num lar cristão e é membro da Catedral Metodista do Rio de Janeiro. 
    domitila.madureira@gmail.com

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    Na real – conversando com meus botões

    4 nov 2013   //   por admin   //   Colunas  //  1 comentário

    NA REAL com Domitila Madureira

    O poder que eu busco está na oração. Há muitos anos, quando meu filho nasceu, tivemos ele e eu complicações após seu nascimento. Acabei ficando hospitalizada por oito dias e necessitando de cinco transfusões de sangue, enquanto meu filho nasceu com apenas um único sinal vital (ele ainda respirava) e estava na UTI neonatal. Eu sofria com muitas dores, e mais ainda por não ter podido conhecer meu filho senão no dia seguinte e estarmos separados naquela situação. Pedi então à congregação que orasse por nós. Mais tarde, naquela mesma noite, sofrendo num leito de dor, baixou sobre mim um inefável alívio da dor física e a clara consciência de que era o efeito dessas orações.

    Meu filho miraculosamente não teve nenhuma sequela por causa do tempo que ficou em reanimação (4 a 7 minutos). Chamei-o Raphael por esta razão, em gratidão por ter sido “curado por Deus”. Desta forma, desafio você a obedecer, a todo o tempo e fora do tempo, à injunção de Paulo: “orai sem cessar” (1 Tessalonicenses 5:17). Interceda pelos seus familiares e amigos; pelos que trabalham com você ou para você; por aqueles para quem você trabalha; pelos nossos líderes religiosos; pelos nossos inimigos; pelas nossas autoridades. Há tantos motivos para falar com o Pai!

    A maneira como pedimos é muito importante! Recentemente aprendi a orar também contra tudo que se levanta contra a vontade de Deus, pelos que perseguem aos cristãos, pelos que estão nas trevas para que venham para a luz de Cristo e a graça de Deus Pai. Quando você pede que Deus lhe dê paciência, você acha que ele lhe dá paciência ou oferece a situação de vida adequada para que você a desenvolva por si mesmo? Eu pedi a Deus que aumentasse meu amor próprio e ele me deu uma oportunidade no campo profissional de sair vitoriosa em situações muito desafiadoras. Ele me deu a oportunidade de fazer crescer meu amor próprio, conquistando-o por mim mesma em setembro de 2012.

    Por anos orei para que eu servisse de forma a dar a conhecer ao mundo o poder, a glória, a luz e o amor de Jesus. Em 29 de dezembro de 2011 recebi meu chamado. Por anos orei para que Deus me concedesse a graça de conviver com pessoas sábias, de mesmas intenções e que praticassem os mesmos valores. Um dia o Espírito Santo me guiou a esta congregação onde me integrei de um modo prodigioso pelo qual sou muito grata.

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    Domitila Madureira, nasceu num lar cristão e é membro da Catedral Metodista do Rio de Janeiro. 
    domitila.madureira@gmail.com

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    Na real – conversando com meus botões

    28 out 2013   //   por admin   //   Colunas  //  Sem comentários

    NA REAL
    (conversa com meus botões)

    Uma pesquisa revelou recentemente que uma pessoa comum mente aproximadamente 45 vezes por dia! Eu fiquei chocada. E nós, cristãos, como estamos nesse “ranking”?  Eu, que evito a mentira e tenho o hábito de me examinar, constato às vezes que por  uma banalidade acabo incorrendo no erro. Semana passada, com amigos à mesa  comemorando um aniversário, alguém falava de cinema e eu disse: “Gravidade é o melhor filme a que assisti ultimamente”. Quando observei o que dissera, era tarde demais. Já usara de mentira desnecessária. Bastaria eu ter dito que “Gravidade é o melhor filme de que ouvi falar nos últimos tempos”, e eu não teria pecado…

    É necessário procurar aperfeiçoar-se, isto é ser menos sujeito ao erro e ao pecado,  buscando apresentar-se aprovado diante de Deus (2 Timóteo 2:15 e 3:17). No entanto,  somos miseravelmente vencidos enquanto Aquele que nos amou primeiro não terminar Sua obra de inteira regeneração no nosso ser. Ainda que amemos mais a Deus do que a nosso pecado, por mais que nos arrependamos e nos rendamos ao Mestre, clamando para que o Espírito Santo nos tome, somente pela Graça podemos ser remidos.

    Alguns alegam que essas mentirinhas brancas, ditas por razões sociais, não contam como pecado. Mas não é o que se lê na Palavra: Como o louco que solta faíscas, flechas, e mortandades, assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira (Provérbios 26: 18,19). Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a TODOS OS MENTIROSOS, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte (Apocalipse 21:8).

    Mesmo sabendo que não é pela força de nosso braço, nem pela nossa habilidade, nem pelo nosso conhecimento que teremos vitória, ainda assim temos que seguir nos aperfeiçoando, amando a Jesus Cristo e obedecendo aos seus mandamentos. Ele nos exortou: VIGIAI, POIS, EM TODO O TEMPO, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem (Lucas 21:26).

     

    O segredo consiste pois na vigilância constante! E que brilhe Jesus!

    Domitila Madureira

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