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    Listagem de "Colunas"

    Até onde a vai a maldade do Homem.

    12 jan 2013   //   por comunicacao   //   Colunas  //  2 comentário

    Nos últimos dias temos visto, lido e ouvido que no mundo, no Brasil, na nossa cidade, em nosso bairro, a violência está cada vez maior e sem sentido. Esta semana uma jovem grávida foi morta em São Paulo a troco de nada, simplesmente porque ela foi talvez tirar o cinto de segurança, pois acabara de estacionar na rua onde morava. O  bandido deu um tiro em sua cabeça. Uma jovem grávida de 9 meses, assim mesmo, do nada o cara atirou, não roubou, não assaltou, simplesmente atirou e fugiu em sua moto.

    No natal aqui no Rio uma menina que brincava com seus presentes levou um tiro na cabeça oriundo de uma bala de fuzil perdida por causa de tiroteio entre traficantes, a menina não foi atendida a tempo e teve morte cerebral e depois o corpo parou de funcionar.

    Nos EUA tivemos o massacre em mais uma escola primária americana. O presidente Barack Obama, fez um pronunciamento emocionado pedindo que a liberdade ao acesso as armas seja modificado.

    Nos países do Oriente Médio, a guerra continua de forma ininterrupta atingindo quem quer que seja. Militar, civil, adulto, criança, idoso, doente, enfim, não existe a princípio solução aparente. 

    Em nossa cidade como no resto do Brasil, a guerra contra as drogas e agora mais forte contra o crack tem produzido quase nada. O absurdo que vemos nas ruas como um amontoado de gente fumando essa droga e cada vez mais enlouquecido, pratica furtos, roubos e assaltos para continuar sustentando seu vício. Será que já estamos começando a viver o início do fim.

    Tenho lido várias postagens em redes sociais, e-mails, sites, que o mundo precisa de amor, ou de mais amor. É verdade, mas que amor será esse. Será o amor da solidariedade, o amor da compaixão, o amor da compreensão, não sei dizer quanto a isto, mas que nos falta amor num sentido mais amplo isso sim com certeza.

    A Bíblia em Eclesiastes 9 verso 3 diz o seguinte” Este é o mal que há em tudo o que se faz  debaixo do sol; que a todos sucede o mesmo. Também o  coração dos filhos dos Homens está cheio de maldade, há desvarios no seu coração, na sua vida, e depois se vão aos mortos”.  Em Mateu 24 a partir do verso 3, Jesus da muitas pistas sobre o início do fim quando os discípulos também preocupados com o tema, lhes pergunta, e Jesus vai dizendo “… E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de quase todos esfriará” . Em I João 5 verso 19 ” Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no maligno”.

    Portanto meu caro, o mundo  que conhecemos está entregue ao maligno ,  já que a maldade está dentro de nós e existe desde o início quando Caim matou Abel por pura inveja, algo banal, assim como os crimes que temos visto, só poderá ter uma mudança a partir do momento em que entendam que Jesus é o Senhor, que Ele é Amor(e é desse amor que se precisa), e que todos pecaram e carecem da Glória de Deus. 

    É essa mudança, conversão, mudança de vida que nós, que nosso bairro, que nossa cidade, que nosso País e que o mundo inteiro precisa ou talvez esteja buscando sem saber quem e onde.

    Deus pra todos

    Jose Augusto Catharino

    E o mundo não acabou!!

    22 dez 2012   //   por comunicacao   //   Colunas  //  Sem comentários

    Se voce está lendo esse breve texto, é porque estamos ainda por aqui e o mundo não acabou no dia 21 de Dezembro conforme o calendário dos Maias.

    Existem diversas versões e interpretações sobre isso, melhor dizendo, o porquê não acabou. Houve erro na interpretação do calendário, exitem posts na internet brincando com personalidades com sobrenome Maia “Eu não acredito nos Maias”, e é para nós não acreditarmos mesmo.

    Se nós confiamos na Bíblia como nosso livro sagrado, regra da Fé cristã, é para cremos no que está escrito e descrito na Palavra de Deus.

    E o que diz essa Palavra sobre o Fim do Mundo que para nós é a volta de Jesus.

    Se voce puder leia o capítulo todo de mateus 24, leia se possível também 2 Timóte0 3 versos de 1 a 9 que reproduzo aqui apenas oss versos de –  1 a 3 ” 1 – sabe, porém isto: nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis; 2 –  pois os homens serão amantes de si mesmos(egoístas), gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos; 3 – sem afeição natural, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, sem amor para com os outros”.

    E se puder leia também o evangelho de Marcos 13 versos de 1 a 37,  que destaco aqui o verso 32″ Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai”, essa declaração é Jesus falando aos discípulos. Portanto, ninguém sabe, nem os Maias, nem eu, nem seu pastor, nem os Astrólogos,  nem os cientistas,muito menos o pessoal da NASA,  nem Jesus e sim somente o Pai, Deus.

    Essa mesma bíblia nos indica, nos aconselha, a estarmos preparados, santificados, congregados, para que quando esse dia chegar estejamos prontos a subir ao lar celestial que nos está preparado. Essa  é nossa esperança, nossa única forme de viver.

    Um Feliz Natal para todos,

    Deus a todos

    Jose Augusto Catharino

    O desafio do cristianismo em ser atual e relevante para a geração contemporânea

    10 dez 2012   //   por admin   //   Colunas  //  Sem comentários

    “Assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei.” Is 55.11

    I.A ambiência religiosa contemporânea e o desafio que nos apresenta.

    Neste período de tantas incertezas e aparecimento de novas tendências religiosas entre evangélicos, vale a pena fazermos uma avaliação sobre a eficácia transformadora da presença da Igreja Evangélica junto à geração atual.

    Para isto,  torna-se importante estarmos conscientes das possibilidades e desafios que a ambiência religiosa pós-moderna nos apresenta.

    Segundo dados do IBGE – senso 2000, dos resultados de recentes pesquisas efetuadas pela CNBB, órgão oficial da Igreja Católica Brasileira, e das considerações de alguns teólogos pastoralistas, a ambiência religiosa brasileira, que não difere muito da realidade encontrada em outros países, se apresenta da seguinte forma:

    a)Há um avanço que parece que não retrocederá da secularização – o mundo cada vez mais minimiza a importância das abordagens e dos conceitos cristãos;
    b).Cada vez mais é crescente o número de pessoas que se distanciam da religião institucional e formal, ainda que isto, não necessariamente, aponte para a diminuição da importância da religiosidade nas vidas dessas pessoas;
    c)Diminuição considerável anual de pessoas que deixam a Igreja Católica;
    d)Crescimento pequeno das Igrejas Protestantes históricas, com sensível diminuição dos fiéis em algumas dessas igrejas;
    e)Crescimento das chamadas Igrejas pentecostais;
    f)Super crescimento do movimento neo-pentecostal – motivado pelo trânsito religioso intenso – que em grande parte é resultado do acolhimento de membros das Igrejas Católicas, Protestantes Históricas e pentecostais decepcionados com os resultados de suas opções religiosas, e que se sentem atraídos pelo discurso  focado na prosperidade imediata. Talvez isto nos impeça de ver esse ‘bum’ neopentecostal como crescimento real do número de cristãos no Brasil;
    g)Super valorização da religião privada, individual, de consumo mercadológico (uma religiosidade para suprir necessidades imediatas e passageiras, sem influência ética comunitária);
    E agora, dois dados que nos fazem ainda mais questionar a eficácia da ação missionária do cristianismo, que, sem dúvida nenhuma, tem dificuldade de se apresentar como atual e relevante para a geração contemporânea. São eles:

    1) Crescimento considerável dos chamados sem religião e dos chamados cristãos nominais;
    2) O Brasil continua sendo um dos países mais corruptos do mundo, e com um enorme contingente de pobres que aumenta cada vez mais.
    II. A dificuldade de inserção do cristianismo na sociedade atual e os passos a serem seguidos pela Igreja para superar esta dificuldade.
    Alguns estudiosos apontam o avanço da secularização como responsável pelo inexpressivo crescimento da religião cristã na sociedade mundial, se levarmos em conta que o crescimento do cristianismo é menor que as taxas do crescimento populacional em muitos países.

    Apesar disto, destaco que, pessoalmente, tenho dificuldade em aceitar este dado, pois creio que o problema é ainda mais grave. O avanço da secularização é inevitável, pois não temos mais como viver conforme a era pré-moderna, fechando os olhos e fazendo de conta que os pressupostos científicos são irreais.
    Precisamos viver com esta realidade e tornar atual o cristianismo, sem que venhamos a perder nosso conteúdo essencial da fé. E aí está um grande desafio.

    Vale destacar que este avanço da secularização não está sendo capaz de frear a presença de uma religiosidade cada vez mais à flor da pele na sociedade contemporânea. As pessoas estão cada vez mais religiosas, ainda que sejam menos cristãs, menos espíritas, menos umbandistas, ainda que não pertençam a um grupo religioso formal.

    Logo, o avanço da secularização não significa necessariamente a diminuição da religiosidade, como percebemos nitidamente no Brasil.

    Como já mencionamos acima, o problema é ainda maior e mais delicado, pois questiona a eficácia missionária, a presença da Igreja, sendo um grande desafio a ser vencido pelo o cristianismo.

    A Bíblia nos diz no texto do profeta Isaias, que a palavra de Deus frutificará, prosperará e não voltará vazia, isto é, ela tocará nas pessoas:
    “Assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei.” Is 55.11

    Então, algo está errado, pois como já mostramos, o cristianismo, em especial na Europa, e na Ásia, está diminuindo. No Brasi,l  assim como na América Latina, ele está dando sinais de exaustão, visto não ser considerado como relevante por grande parte das pessoas.

    Por crer firmemente que a Bíblia é eficaz, verdadeira, e é a viva Palavra de Deus, que nunca passará, ainda que o céu e a terra passem (Mt 24.35), sou forçado a concluir que, como Igreja do Senhor, precisamos nos colocar diante de Deus, com humildade, reconhecendo que não temos conseguido executar de forma eficaz a missão que Ele nos confiou, pois os dados não mentem. Algo está errado com a Igreja!

    Ao fazermos isso, nos penitenciarmos diante de Deus que é amor, e com coragem, reconheceremos:
    1.Os equívocos históricos e a insensibilidade às necessidades humanas.

    — nossas condenações precipitadas (contra a ciência, a tecnologia, a pluralidade cultural e étnica – isto faz com a juventude nos veja como obtusos e ultrapassados).

    — o apoio às guerras de ocupação (antigas e novas) – referendadas pelo discurso espiritualizante – espezinhamos povos – apoio à escravidão – apoio a ditaduras militares, etc.

    — nossa pouca sensibilidade aos limites humanos (ex: A mulher apanhada em adultério – Com medo da rejeição dos rigores religiosos e seus mantenedores , a igreja tem sido rígida demais com os que não conseguem se manter no caminho – precisamos aprender a perdoar – algumas vezes as celebrações cristãs não são para os doentes e sim, para os sãos – parece que negamos as palavras de Jesus)

    Nota: Tudo isso fortalece o clima de desconfiança da atual sociedade em relação ao cristianismo.

     

    2.Falar ao coração das pessoas com nossas atitudes e com nossas celebrações.
    Isto aponta para a necessidade de vivermos plenamente o evangelho que pregamos. Uma religião sem afeto não toca e não manifesta Deus verdadeiramente.

    Aí está à grande diferença entre Jesus e os Mestres da Lei de seu tempo.  Jesus falava com poder, autoridade e sensibilidade.

    As pessoas sabiam quem ele era, o carpinteiro, filho de Maria e de José, e acreditavam no que Ele lhes falava.

    Sendo assim, as pessoas vão acreditar em nós quando nos conhecerem, e se perceberem que vivermos integralmente o Evangelho de Jesus.

    — Para isto, precisamos ser mais acolhedores e compreensivos.
    — Precisamos falar mais sobre o Doce Nome de Jesus e menos de nossos feitos denominacionais que pouco ou em nada importam a atual sociedade.

    3.Reconhecer a intolerância do discurso cristão e o afastamento da realidade cultural.
    Assim como os religiosos que Jesus tanto questionou, o cristianismo ocidental é rigoroso demais com os atos rituais e no seu formalismo despojado de espontaneidade.

    Isto fez com o protestantismo se tornasse exclusivista e restritivo, e impossibilitado de dialogar com a ambiência cultural.
    Por muito tempo, por termos assumido o “modelo americano de vida”, o estilo de vida e a cultura americana evangélica, confundindo-a com o Evangelho de Cristo, rejeitamos a cultura brasileira, condenando-a como algo do diabo. Isto foi grave demais, um grande erro que tem nos custado caro.
    Isto nos fez distanciar da sociedade atual, que passou a nos ver como seres estranhos, até como extraterrestres.

    4. Uma abertura maior à ação do Espírito Santo e a sua ternura singular.
    Quando nos abrimos para o E. S. nos tornamos mais sensíveis, mais abertos aos outros, amorosos, tolerantes e capazes para conviver com a multiplicidade presente na realidade.

    Rubem Alves, certa vez nos contou em uma de suas palestras a parábola do Pássaro encantado que foi aprisionado, vindo a perder seu encantamento e poder renovador.  Para ele, a Igreja fez o mesmo com o Espírito Santo, e por isso, somos, às vezes, tão frios aos sentimentos do próximo, em especial, em relação aos que não pertencem ao nosso grupo religioso.

    É o Espírito do Senhor quem faz com que a Palavra de Deus não volte vazia e prospere, além de fazer com que o milagre da transformação aconteça como está escrito em Isaias 55. 12-13:

    “Saireis com alegria e em paz sereis guiados; os montes e os outeiros romperão em cânticos diante de vós, e todas as árvores do campo baterão palmas. Em lugar do espinheiro, crescerá o cipreste, e em lugar da sarça crescerá a murta; e será isto glória para o Senhor e memorial eterno, que jamais será extinto.”

    5. Reconhecer a precariedade e a exaustão do testemunho de parte da cristandade atual.
    Nossa conduta, por vezes, não difere das ações dos sistemas injustos do capitalismo moderno, que alimenta os fortes com a exclusão dos mais fracos.

    Família: Um projeto para toda a vida

    6 nov 2012   //   por admin   //   Colunas  //  1 comentário

    Durante o mês de maio, em nossa igreja local, estivemos estudando, nos encontros nos lares, sobre a família. Vários aspectos foram sublinhados e, com certeza, serviram para o aprimoramento de nossas relações familiares. Os temas abordados foram: Família – projeto de Deus, Família – comunidade de amor, Família – comunidade e companheirismo, e Família – comunidade educadora.

    Hoje vamos falar sobre o último assunto do livro “Quando a família acolhe a graça”, de autoria de José Adam Lazier. Em seu último capítulo, o tema abordado é: “Família – um projeto para toda vida”.

    De imediato, a primeira implicação que esse tema suscita é que por ser um projeto para toda vida, ele (a família) não pode começar de qualquer jeito. Quando as coisas não são planejadas, elas tendem a naufragar em pouco tempo. Em alguns casos, mesmo que oficialmente o projeto mal começado ainda esteja em curso, na verdade, ele já está falido há muito tempo. Isso tem uma correspondência direta com o relacionamento familiar e conjugal. Quantos casamentos só existem no papel, pois o respeito, a satisfação, a fidelidade já não existem mais. Um projeto para toda vida tem que ser algo que dê prazer, que produza satisfação, que dê empolgação, que suscite ânimo e alegria. O lar precisa ser um espaço de crescimento e generosidade, onde se queira permanecer para sempre.

    Porém, vale lembrar que todo projeto pode ser reparado se há partes que não funcionam adequadamente. Não é porque a família tenha começado sem planejamento que, necessariamente, vá resultar em fracasso. Assim como grandes edifícios com falhas nas estruturas podem ser recuperados, relacionamentos familiares podem ser aprimorados, modificados e restaurados.

    A segunda implicação advinda do tema é que a família precisa ser um espaço onde se tenha um nível satisfatório de justiça para todos os seus membros. Ainda que não tenhamos como escolher a família parental a que pertencemos, podemos transformá-la em algo muito bom. Como está o nível de justiça e satisfação em sua família?

    Para avaliar isto, os casais necessitam entender que há um alvo em comum, e que é ele a principal motivação da família. Isto significa dizer que um nível adequado de satisfação e justiça somente se obtêm quando os cônjuges, os membros da família deixam de ser individualistas. Não tenho que ter o que quero, mas o que é melhor para toda a família.

    Como último detalhe desta sessão, faz-se importante destacar que famílias com nível de justiça baixo vivem relações pesadas, estressadas e insatisfatórias, correm sério risco de romperem os laços que as unem.

    A terceira implicação é que a família, por ser um projeto para a vida toda, precisa estar alicerçada sobre uma relação de intensa comunhão com Deus. Além da busca por bens materiais, os integrantes do sistema familiar necessitam cultivar uma espiritualidade sadia e crescente. O salmista insiste várias vezes que sem uma relação frutífera com Deus, todos os esforços mais caros que tenhamos podem redundar em nada (Sl 127). Como anda a espiritualidade de sua família? Sua família tem espaço para conservar, para brincar, para orar e ler a bíblia? Há um tempo destinado na agenda semanal para o cultivo da adoração e busca de Deus, para participar de um grupo de oração ou de uma reunião de discipulado?

    Uma das recomendações que entendo que seja muito preciosa está relacionada com uso diário de um Guia Devocional. Por isso, além de incluir na rotina habitual de minha família, recomendo para todas as famílias que almejam crescimento espiritual, o uso do “No Cenáculo” (www.nocenaculo.com.br). Ele é uma ferramenta valiosa para estimular e nutrir a espiritualidade familiar.

    Vale lembrar que famílias fortes e sadias são aquelas que dão espaço privilegiado para a ação divina; são as que descobriram que não é possível ter um jardim bonito, verde por inteiro, somente se regando uma de suas partes. Os seres humanos, além das necessidades físicas, materiais e emocionais, têm especificidades espirituais a serem supridas e cultivadas. Se você se esquecer desta importante área, o seu jardim não será plenamente verde e prazeroso. Então, leve os seus familiares a terem uma relação de proximidade com Deus, envolvendo-os na Igreja, nos grupos de discipulado, nas várias atividades do corpo eclesial. Mostre para eles que a Igreja também é um espaço de lazer, de felicidade e de crescimento. Pense nisso com carinho!

    Como claramente foi exposto, a família é um projeto para toda vida. Os laços parentais permanecem você querendo ou não; seu pai será sempre seu pai, o mesmo se dando com a sua mãe, seus irmãos e irmãs. A história de Rute e Noemi reforça exatamente isso. Rute por ter se casado com um dos filhos de Noemi, havia escolhido ter como seus os valores mais caros da família de seu esposo, agora também sua. Isto significava que não dava para abandonar sua sogra (feita sua mãe no dia casamento), mesmo que seu esposo tivesse falecido. Os laços, a fidelidade, o carinho, o respeito são para sempre, assim entendia Rute. Ela havia tomado com seus, não somente os valores culturais da família de seu falecido esposo, assim como também a religião familiar. O Deus de Noemi era também seu grande Senhor. Por estar consciente que os relacionamentos familiares são para sempre, Rute estava disposta a acompanhar sua “mãe” para onde quer que ela fosse. Esta é uma lição espetacular extremamente valiosíssima para os dias atuais, uma época marcada pelo descarte de tudo, da família, dos amigos, e até da ética. Dá para aprender muito com a atitude de Rute.

    Então, para que suas experiências resultantes dos relacionamentos familiares sejam sempre agradáveis, procure cultivar atitudes de acolhimento e flexibilidade. Aprenda a perdoa mais, a conviver sem reservas, a recuperar o convivo e comunhão perdidos, ou aprimora-los ainda mais.

    Enfim, que Deus visite nossas famílias com sua graça superabundante.

     

    Pr. Marco Antonio de Oliveira

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