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    Listagem de "Colunas"

    142 anos de Catedral Metodista – 06/09/20

    12 set 2020   //   por admin   //   Colunas, Fotos  //  Sem comentários

    ANIVERSÁRIO EM TEMPOS DE DISTANCIAMENTO

    Quando redigi esse texto, estávamos enfrentando tempos que denominamos “novo normal”. Em plena evolução da pandemia de Covid-19, que deixou, não só o Brasil, como toda a humanidade em pânico.

    No dia 02 de agosto, após uma angustiante espera, a Catedral abriu suas portas para a celebração limitada de um culto presencial, mas que já nos deu novo alento.

    Em quarentena obrigatória, por conta da faixa etária e comorbidades, decidi basear esse texto, dividindo-o em duas sequências diferentes de dois salmos que somados configuram o número 142, que hoje celebramos.

    A primeira passagem está configurada no salmo 42: “Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a Ele meu auxílio e Deus meu.”.

    O texto exprime um espírito angustiado, mas de fé inabalável, de que, um dia, a perturbação cessará e voltaremos a louvar ao Deus da nossa salvação.

    Para complementar o somatório festivo, temos então o salmo 100, que se atribui ao rei Davi, cujo título: “Hino de ingresso ao templo”, exprime perfeitamente o sentimento que teremos no reingresso, no “regresso ao templo”. Não tenho ideia de como estará a situação neste mês de setembro, mas seja da maneira que for, em presença física ou virtual, entoaremos este salmo, celebrando os 142 anos abençoados, desta catedral.

    No salmo 42, intitulado “A alma anela por Deus” de autoria de um dos filhos de Corá, que eram levitas. O registro histórico indica que o autor vivia em exílio, longe de Jerusalém, daí o saudosismo apontado nos versículos a seguir descritos, que falaram ao meu coração, com sentimento similar ao nosso, afastados de nossa querida Catedral. Diz o texto:

    Versículo 04

    “Lembro-me dessas coisas e dentro de mim se me derrama a alma, de como passava eu com a multidão do povo e os guiava em procissão à casa de Deus, entre gritos de alegria e louvor, multidão em festa”.

    Versículo 11

    “Por que estás abatida ó minha alma?”

    Salmo 100 – “Salmo de ação de graças”

    “1 Celebrai com júbilo ao Senhor todas as terras.

    2 Servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante Dele com cântico.

    3 Sabei que o Senhor é Deus; foi Ele quem nos fez e Dele somos, somos seu povo e rebanho de seu pastoreio.

    4 Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhes graças e bendizei-lhe o nome.

    5 Por que o Senhor é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade.”

    Parabéns, querida Catedral. Deixo a frase cantada em louvor “Por maior que seja o gigante, muito maior é a mão de Deus”.

    Deus seja louvado.

    (Texto de Antonio Cesar de Azevedo Matola)

       

    Homenagens – Francisca Maria Do Amparo

    11 ago 2020   //   por admin   //   Colunas  //  Sem comentários

    No dia 06/08/2020, faleceu nossa irmã FRANCISCA MARIA DO AMPARO, sendo sepultada em Quissamã-RJ.
    D. Francisca era muito querida por todos. Foi em sua casa que se iniciou o trabalho que depois seria congregação da Igreja do Catete, dando origem à igreja Metodista em Quissamã.
    Que o Senhor console os corações de seus filhos, Albano e Ana Carla, familiares e amigos.

    Oração, caminho de esperança | Carta pastoral do Colégio Episcopal da Igreja Metodista

    13 jul 2020   //   por admin   //   Colunas  //  Sem comentários


    Oração, caminho de esperança
    Carta pastoral do Colégio Episcopal da Igreja Metodista
    Clique aqui para baixar o documento

    Tenho chorado até me secarem as lágrimas; o meu coração está quebrantado, tenho o espírito profundamente deprimido, por ver o que aconteceu ao meu povo; criancinhas e bebés desfalecem e morrem no meio das ruas. “Mãe, mãe, quero comer!”, gritam elas e ficam-se sem vida no seu colo. São vidas que partem como se fosse numa batalha. Alguma vez no mundo terá havido tristeza semelhante? Ó Jerusalém, com que poderei comparar a tua angústia? Como poderei eu confortar-te, Sião? Porque o teu mal é profundo como o fundo do mar. Quem poderá curar-te? (Lamentações de Jeremias 2.11-13)

    Um cenário de adversidades

    Desde o início da pandemia da Covid-19, o mundo tem testemunhado os efeitos devastadores da doença, mas também de toda a desigualdade econômica, social e cultural que ela deflagrou. Como estamos em um tempo de intensos debates políticos e ideológicos em todos os continentes, muito do foco que deveria estar no cuidado e tratamento das pessoas nas diferentes cidades e países acabou sendo desviado.

    E quando a situação chegou ao Brasil, vivemos esses mesmos efeitos e outros até mais avassaladores, por causa de nosso histórico e momento. Mais de trinta mil pessoas brasileiras estão mortas pela Covid-19, segundo os dados do Ministério da Saúde neste começo de junho. Certamente que muitas outras pessoas, portadoras de outras enfermidades, também faleceram devido ao fato de que muitos hospitais estão lotados, particularmente em alguns Estados da União, como o Pará, o Rio de Janeiro e São Paulo, com maior destaque.

    Nós, povo metodista, não estamos isentos de toda esta situação, inclusive de ver membros de nossas comunidades e famílias morrendo, como tantas outras vidas preciosas partindo desta terra, sem ao menos a possibilidade de despedida. Perdemos pessoas de fé, líderes comprometidos, homens e mulheres do corpo clérigo e também do corpo leigo da Igreja. Diversas famílias aflitas com suspeitas e diagnósticos. Gente internada em hospitais ou se cuidando em casa. Orações esperançosas por cura e por vacinas se misturam a gritos de dor pelas ausências irreparáveis.

    Desdobramentos da crise

    Olhando para nosso dia a dia, lamentamos com dor de alma que ao lado da Covid-19 vimos crescer os casos de violência doméstica contra crianças e mulheres, vimos o agravamento do racismo ou ao menos sua exposição crua nas redes sociais, vimos aumentarem as tensões entre grupos sociais e até mesmo a agressividade nas ruas.

    A falta de conscientização da população sobre as medidas de cuidado, incluindo o evitar as aglomerações, aumenta a insegurança e propicia estresse e agressividade, como ocorreu com uma médica atacada pelos participantes de uma festa, recentemente noticiado nos meios de comunicação. Além disso, a falta de cuidado coloca em risco a saúde das pessoas que estão à frente de serviços essenciais, como de abastecimento e saúde.

    Inspiração na Palavra de Deus

    Diante deste quadro nos lembramos do profeta Jeremias. É preciso assumir a dor do luto, da perda. Uma dor como nunca antes sentida, porque o luto deixou de ser uma experiência de famílias ou de grupos para se tornar um clamor nacional, um clamor mundial. A amplificação desses sentimentos aumenta a ansiedade, a depressão, a melancolia, em muitos corações. Mais do que nunca, apesar do isolamento social, faz-se necessária uma solidariedade prática e emocional que dê sustento a cada um e a cada uma de nós.

    Encarar a dor

    Jeremias não escondeu sua dor. Ele a escancarou e procurou os motivos pelos quais o povo passava por aquela situação. Jeremias atribuiu a situação ao pecado do povo e especificou alguns deles em seu livro. Não cremos, à luz do entendimento da graça de Deus, que uma pandemia desta seja um castigo divino. Pensar assim é desqualificar o amor de Deus. As pessoas que perdemos e que conhecemos não eram perversas, desprovidas de misericórdia, incrédulas ou sem temor do Senhor. E das muitas que nós não conhecemos, certamente receberemos o mesmo testemunho de quem as amava. Se existe um juízo deste tipo, ele deveria recair, segundo o entendimento meritório, apenas sobre os pretensos culpados e culpadas do infortúnio e da maldade…

    Mas não é assim. O coronavírus não escolhe suas vítimas por credo, etnia ou gênero. No entanto, ele faz maiores vítimas entre determinados grupos sociais dada a realidade da fragilidade econômica, do distanciamento de locais de tratamento, da pobreza, da falta de recursos, da ausência do poder público efetivo. Assim, vemos aumentar o número das pessoas que morrem nas periferias, nas aldeias, entre os grupos indígenas, nas comunidades… A velocidade com que a doença se propaga não conhece os limites das fronteiras e, apesar de muitos cuidados, gente atenta, preocupada, obediente, também sofre seus efeitos fatais.

    Como Jeremias enquanto andava pela cidade, nós – diante dos noticiários – não podemos ignorar a dor de quem sofre. Não podemos minimizar as perdas ou ignorá-las. O luto precisa se tornar real.

    Na Bíblia, uma das formas mais profundas se expressar dor é guardar silêncio. Diante das pessoas de todas as faixas etárias, de todas as classes sociais, de todas as histórias de vida que se vão, nós nos calamos. Não há palavras que sejam capazes de conter as sensações de descontrole da vida, de perdas tão essenciais, de lutos incompletos sem velórios e despedidas que nos ajudem a processar a situação de modo saudável. Calamos, porque a dor é muita.

    Denunciar o erro

    Mas diante do cenário político, econômico, social, aí Jeremias gritou. Conclamou as pessoas do poder a reconhecer que suas estratégias para conter o mal foram insuficientes, ineficazes ou limitadas. Chamou-as a observar a dor do povo e a desenvolver empatia, afeto, humildade. Despertou sacerdotes, reis e príncipes para sua tarefa de consolar, suportar e alimentar o povo. Reforçou que o pecado social traz consequências físicas, emocionais, espirituais e psicológicas e que, por isso, era preciso o arrependimento. Porque na tarefa pública, o profeta não pode calar.

    Sendo bastante honestos e honestas diante da nossa realidade, amados irmãos e irmãs, vemos que os problemas enfrentados por Jeremias são, na justa análise, os mesmos que os nossos. Um problema de saúde pública como a doença ou algo como a invasão por um inimigo externo faz com que as lacunas e rachaduras da vida social que já existiam se tornem ainda mais aprofundadas. As lideranças, de qualquer natureza, não podem se omitir em seus papéis. Seu desempenho público aumenta a sensação de segurança ou de insegurança. Sua clareza ao falar faz com que o povo saiba em que direção seguir e o que aguardar. Sua postura conciliadora traz paz e permite aguardar com tranquilidade.

    Que possamos nos colocar de pé diante da injustiça, mas protestar com a veemência profética, sem nos deixar amargurar pelo ressentimento, pela raiva, pela indignação que não opera a justiça divina. E que, na esfera em que exercemos nossa liderança, possamos, pelo exemplo imitador de Cristo Jesus, vencer o mal com o bem, ter a palavra da verdade, ministrar cura, libertação e acolhida e proclamar a salvação – que é de corpo, de alma, de espírito. Salvação que é social, que é comunitária, que é do Reino de Deus.

    Tempo de posicionamento

    Precisamos nos posicionar de modo distinto em meio a tudo isso. E não podemos deixar de mencionar o uso indevido de recursos públicos de um lado, a falta de estratégias efetivas de outro, bem como as disputas pessoais e políticas entre as diversas figuras de poder, que aumentam a insegurança não apenas da população, mas também dos mercados internacionais, podendo agravar ainda mais os aspectos econômicos presentes e futuros.

    Jeremias, no capítulo 3, disse que queria trazer à memória aquilo que pudesse dar esperança. Ao olhar para as vidas que foram perdidas nestes últimos meses e o cenário difícil que ainda se coloca diante de nós, de acordo com os prognósticos, devemos nos lembrar que Deus colocou em nós uma força e uma resiliência, a força do Espírito, para resistirmos ao impulso do mal.

    Que possamos nos alimentar da esperança de dias melhores, da alegria da partilha, da misericórdia que socorre ao necessitado e à necessitada.

    Que a nossa dor não nos impeça de reconhecer as bênçãos e o cuidado de Deus, e que o limite de recursos não limite nossa ação solidária, de repartir o pão, ministrar o consolo, anunciar o amor de Deus.
     

    Oração, caminho de esperança

    Como Colégio Episcopal, nós nos reunimos toda semana desde o início desta pandemia. Semanalmente, todos e todas nós oramos juntos pela vitória contra todo tipo de mal. A cada semana nós apresentamos nomes, igrejas, comunidades, diante do trono de Deus. Desafiamos nossas igrejas locais a orar também, pelo menos uma vez por semana, organizando-se em um só propósito, de mobilizar os céus a nosso favor, clamando por misericórdia.

    Oramos e seguiremos orando, ministrando junto ao corpo pastoral palavras de encorajamento e vida que sejam reproduzidas nos púlpitos, lives e mensagens, chegando ao coração do povo. E nos colocamos na torre de vigia para saber que resposta teremos do Senhor, Ele que reina sobre tudo e sobre todas as pessoas.

    Inspiremo-nos no profeta Daniel (Daniel 9) e oremos, entendendo que o pecado de nosso mundo, de nossa nação e de nossas comunidades locais é também nosso e que, como intercessores e intercessoras, podemos nos mobilizar, ainda, contra as forças espirituais, que não ignoramos operar neste momento caótico de nossa história.

    A confissão cura. A confissão muda posturas. A confissão atrai o Reino de Deus e a sua justiça. Colocando-nos, como Igreja, na posição de reparadores e reparadoras de brechas e não como aqueles e aquelas que aumentam o fosso das separações, faremos diferença neste mundo e neste tempo histórico, como uma Igreja que ama como Cristo nos ordenou.

    Rogamos ao Senhor nosso Deus que ilumine, direcione e quebrante o coração das pessoas que detêm o poder. Oramos para que uma unção de discernimento e de capacidade de boas escolhas, de vida e saúde, se derrame sobre a população, e que não sejamos reféns de pautas pessoais ou de grupos de quaisquer interesses, enquanto povo brasileiro.

    Oramos para que as pesquisas avancem e a cura venha. Oramos para que milagres proliferem no meio das enfermidades, quando o limite humano se coloca como definitivo.

    Oramos, com gratidão, por cada profissional da área de saúde e dos serviços essenciais, que têm mantido a população abastecida, informada, segura, e com acesso aos serviços necessários, dando suporte e condições para a população praticar o isolamento social e a quarentena. Pedimos a Deus que lhes dê saúde e proteção.

    Oramos pela justiça, pela paz, pelo direito ao cuidado básico que estão em nossos documentos nacionais, no sentido de que se cumpram. Oramos, como ordenou o apóstolo Paulo na carta a Timóteo, para que, ao ouvir Deus nossas orações, nosso povo tenha vida tranquila, em toda a piedade e respeito.

    São Paulo, 05 de junho de 2020.
    Colégio Episcopal da Igreja Metodista

    Fonte: http://www.metodista.org.br/oracao-caminho-de-esperanca-carta-pastoral-do-colegio-episcopal-da-igreja-metodista/?fbclid=IwAR3Hdt8pzA8p4LiNCCUUVW6zvXkyCHTzjlu6I7sc38b2F5WrY6KqGvAgxUI

    Zélia Santos Constantino – 1936 / 2020

    9 Maio 2020   //   por admin   //   Colunas  //  Sem comentários

    No último dia 05/05/2020, partiu para o Senhor nossa querida irmã Zélia Santos Constantino. Escritora, palestrante, estudiosa da Bíblia, professora de escola dominical, grande colaboradora em várias literaturas metodistas e membro ativa de nossa igreja por toda a sua vida, ela deixará saudades e com certeza boas lembranças na memória de muitos. Rogamos a Deus que console e conforte o coração de seus familiares.

    Muitas mensagens de carinho e apreço para a família de Zélia foram encaminhadas pelos irmãos e irmãs da Igreja Metodista no Catete, as quais postamos aqui como uma forma de homenageá-la.

    Carlos e Adelaide Rosa.

    Mulher de Deus verdadeiramente! Ajudou muitos e muitas irmãs encontrar Deus pelos seus ensinamentos da bíblia. O Espirito Santo conforte Roberto seu filho e os familiares!

    Pr. Carlos Eduardo Mota Chaves

    Quando cheguei à Igreja do Catete, a mesma já estava enfrentando o mal de Alzheimer, mesmo assim tive a oportunidade de aprender com essa querida irmã, aliás, esse era uns dos dons da nossa irmã, o ensino, o qual ela sempre exerceu com muito esmero. A mesma deixou um legado na Igreja, na Região e no metodismo brasileiro. Destaco o seu legado na Igreja através do testemunho de vários membros que sempre falam dos ensinamentos que receberam através da mestra Zélia Constantino, bem como do seu amor pelo discipulado. O viver de Zélia foi Cristo, então a sua morte é lucro, pois ela deixou esse mundo e todo o seu sofrimento para descansar nos braços de Cristo, o que é incomparavelmente melhor! 

     “Felizes os mortos, os que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, que descansem de suas fadigas, pois suas obras os acompanham” (Ap 14.13).

    Carlos e Edina Faria

    Deus conforte o coração dos familiares. Escreveu o livro que estudávamos na célula na casa de Oyar . Grande mulher de Deus. Tenho o livro até hoje, grande professora Escola Dominical.

    Bispo Paulo Lockmann

    Queridos irmãos e irmãs.  

    Preciso falar da irmã Zélia Constantino. Zélia era um presente de Deus   para a família, e um imenso presente para a Igreja Metodista. Trabalhei com Zélia e Elizeu, pessoas que marcaram minha vida ministerial e família. Zélia com seus dons do ensino e discernimento, via as coisas antes de todos. Trabalhamos juntos na Coordenação Nacional, foi entusiasta da construção da nova sede nacional. Enfim a partida de Zélia deixou a Igreja mais pobre, apesar de sua enfermidade nos últimos anos. Que Deus abençoe e console a família e todos nós. A DEUS TODA GLORIA! 

    Dalva Freixinho

    Mulher de muito valor. Excelentes e enriquecedoras lembranças.  Tinha o dom de nos tocar profundamente com suas devocionais. Sabemos que já está com Jesus!

    Evane Vieira Ramos

    Conheci Zélia desde garota em Belo Horizonte. Conheci a sua mãe Filomena, seu pai Benedito e os irmãos Maura, Martta, Hélio e Walter. A família de Zélia frequentava a mesma igreja da minha família no bairro de Santa Tereza em Belo Horizonte. Éramos muito amigas e trocávamos muitas ideias de estudos bíblicos. Ela sempre me ajudava muito. Quando fui secretária distrital das SMM do Catete ela sempre era convidada para palestras. Todas gostavam muito das suas dinâmicas. Vai deixar saudades.

    Revdo. Dantas e Marlene 

    Estamos muito tristes, ela era muito especial, foi coordenadora dos juvenis de Vila Isabel meus filhos estavam com ela.

    Edilde Resinentti

    Zélia, mulher valorosa, amável, muito inteligente e didática. Quando eu era coordenadora da terceira idade, convidei-a, várias vezes, para passar-nos os seus ensinamentos.

    Era maravilhoso! Como gostávamos! Com uma didática perfeita. Querida mestra, descanse em paz nos braços do Senhor. Sua presença será sempre lembrada, em nossos corações.

    Hingrid Pfaffenzeller

    Como sobrinha de Rosemari, tive a oportunidade de conviver com Zélia na minha infância. Ela me tratava com muito carinho e eu tenho muitas lembranças boas da casa dela, participei de muitos almoços, tardes de brincadeiras, desenhos e carinho com a família, sem contar nas viagens de família que participei. 

    Viva o amor e a união da família Constantino. Que Zélia descanse em paz e que haja paz para sua família e para todos os outros seres. Amém! 

    Júnia Pires Falcão

    Nossa querida Zélia Constantino foi recebida hoje no lar celestial. Eu convivi muito com ela quando trabalhei na Sede Regional e também na Igreja Metodista. Educadíssima, equilibrada, sincera, foi professora de minha filha na Escola Dominical. Uma longa enfermidade a retirou do nosso convívio, e agora ela não resistiu ao Covid-19. Mas nós sempre nos lembraremos de você com saudade, Zélia. Saudades daquele tempo…

    Juvenis Metodistas da Década de 1980

    Por 40 anos temos sido alimentadas/os pela grata memória da querida D. Zélia Constantino, integrante da equipe de apoio da Federação Metodista de Juvenis de 1979 a 1983. Sua atuação como educadora e amiga nos estimulou a ler a Bíblia e a moldar a nossa vida cristã nas bases metodistas que unem fé e misericórdia, piedade e serviço, alegria e comunhão. Ao celebrarmos 40 anos desta experiência no ano passado, prestamos a ela nossa homenagem. Agora nos despedimos dela com muita tristeza, mas certos/as de que ela viverá conosco na nossa história e na nossa memória.

    Leda do Carmo

    Minha primeira classe Bíblica foi com a irmã Zélia. Eu ficava encantada com sua voz mansa e suave.

    Irmã Zélia foi um exemplo de mulher de Deus! Ela me passava AMOR ela sempre mansa eu amava conversar com ela. Ela me ensinou o que é AMOR!!

    Katia Rebello

    Minha caminhada na Metodista, começou com os ensinamentos da minha professora Zélia Constantino. A Classe de Bíblia era chamada da Classe da professora Zélia. Muitas literaturas da Metodista, tem a contribuição desta mulher valorosa. Obrigada, por seus ensinamentos. 🙏🏻🕊️Deus console os corações de seus familiares e de todos que tiveram o privilégio de conviver e aprender com sua doçura e sabedoria ao transmitir os ensinamentos de Cristo. 😥

    Magali Cunha e Cláudio Ribeiro

    A querida D. Zélia Constantino deixou marcas na nossa vida como juvenis metodistas como equipe de apoio da Federação nos anos 80 e foi responsável por muito do que somos. Colaborou ainda com nossa igreja local em Gramacho (Duque de Caxias). Com tristeza nos despedimos dela, mas com alegria carregamos a grata memória que ela deixa como grande educadora metodista que foi. 

    Naara Luna

    Deus recebeu sua filha querida no seu seio. 

    Nossa mestra! Mestra para toda a Igreja Metodista no Brasil. 

    Nós devemos muito a ela. Mestra de várias gerações de metodistas por 50 anos.

    Rosemarí Pfaffenzeller

    Eu tive a oportunidade de conviver com uma mulher alegre, espirituosa, generosa, que sempre tinha um agradinho na geladeira para adoçar a vida de quem chegasse a sua casa, no seu lar sempre que alguém fosse visitá-la “ninguém saia com fome”, além de alimentar o corpo, também alimentava a alma com suas histórias alegres e espirituosas, sempre com leveza e muita alegria, a sua satisfação era, sem dúvidas, ver a gente comendo e conversando sobres fatos da vida, com uma fé de uma verdadeira profeta do Senhor que pregou o evangelho, ensinou as sagradas escrituras para muitos e viveu para professar uma fé genuína,  ela viveu e repartiu do amor do nosso Deus. 

    Agradeço ao nosso Deus por tantas coisas que ela me ensinou, Ela realmente foi uma mulher especial aqui na face terra, que o Senhor a receba de braços abertos para um abraço de PAI. 

    Patrícia Rego

    Esta manhã especialmente peço que possamos orar pela paz nos corações e mentes da família de Zélia Constantino, mulher metodista que teve um papel tão marcante em nosso Distrito do Catete, com intensa expressão nacional na vida da Igreja Metodista como escritora e educadora cristã. 

    Agradeço a Deus pelo que pude aprender com seu trabalho que inspirou gerações de mulheres.

    Regina Camargo

    Eu sempre disse a todos que me perguntavam onde aprendi a dar aulas, ou mesmo quando levava as mensagens, que cresci aos pés de Zélia Constantino.

    Ela que me ensinou o “Ofício Maravilhoso” de ensinar, desde que cheguei na igreja do Catete em 2003.

    Valdeni Queiroz

    Zélia, descanse em paz nos braços do Senhor. Minha professora por alguns anos. Deixa muita saudade. Meus sentimentos aos familiares e amigos.

    Vera Lúcia Teixeira 

    Irmã Zélia Constantino foi minha primeira professora de Escola Dominical na igreja Metodista do Catete.  Eu gostava muito das suas aulas porque eram tão bem elaboradas e explicada de maneira que parecia que ela não estava em sala de aula, mas conversando comigo. Simplesmente, eu vivenciava cada passagens Bíblica explicada por ela.  Além de tudo era de uma bondade admirável que não dá para narrar por aqui tudo que vivenciamos em dois anos de estudo Bíblico com ela.  Com certeza foi uma mulher dedicada as obras do reino de Deus.

    Mensagens coletadas por Rosemarí Pfaffenzeller, como uma forma de homenagear a vida de Zélia Santos Constantino, foi irmã, amiga, conselheira, companheira de viagens, sogra por 21 anos da minha vida, onde ela foi um esteio em todos os sentidos para ser a mulher que sou hoje. 

    Muito obrigada pela sua vida que influenciou a minha vida e de muitas outras pessoas e vai continuar influenciando.

     Gratidão! Gratidão!

    CONSTRUINDO RELAÇÕES DE CUIDADO E PARCERIA

    18 jun 2018   //   por admin   //   Colunas  //  Sem comentários

    relacoes-humanas1


    Este foi o evento realizado pela Igreja Metodista do Jardim Botânico, com a presença da Sociedade Metodista de Mulheres e da Sociedade Metodista de Homens do Distrito do Catete.

    Na ocasião, vários louvores e testemunhos enfatizaram a importância das igrejas e principalmente das Sociedades na vida psicológica e espiritual, refletindo mesmo na saúde física das pessoas. Um simples abraço, um gesto ou mesmo uma palavra carinhosa pode curar males como a depressão, a solidão e o sentimento de abandono em uma vida corrida e onde cada um vive voltado para si mesmo ou para sua família. Há pessoas que são transferidas de seu local de trabalho para outra cidade, muitas vezes de hábitos diferentes e se sentem sós. Daí a importância de uma igreja acolhedora como deve ser: comunidade terapêutica. Sendo as igrejas compostas de inúmeros membros, como atender a todos? Daí, a importância das Sociedades. Ouvimos testemunhos que nos impactaram, culminando com o do Rubinho (na foto), um dos organizadores do evento, juntamente com sua esposa. Tendo sido diagnosticado com a doença de Crown, considerada incurável, o intestino foi fechando. Para que não fechasse totalmente, teve que passar por um tratamento que provocaria uma baixa da imunidade. Teve que aceitar os riscos. O tratamento era muito caro, mas orou a Deus e o SUS assumiu.  Teve que tomar uma decisão difícil, pois com a baixa imunidade que o tratamento causaria, poderia ter uma tuberculose. No primeiro tratamento, teve febre, no segundo também, mas nada de muito sério. No terceiro, teve uma reação terrível: não conseguia respirar. Houve um problema nos pulmões e, aos poucos, afetaria todos os órgãos. Foi internado e chegou a ser desenganado, mas a presença dos irmãos da igreja e as orações comoveram todos no hospital. Havia momentos em que havia tanta gente, que enviavam algumas visitas para outros doentes. No seu aniversário, prepararam uma surpresa junto com o pessoal do hospital, que cedeu o refeitório para a festa. Os dias que se seguiram foram de mais e mais visitas, pois muitas pessoas vinham pensando que seria a despedida. Ele foi melhorando até obter alta. Hoje, ele recebe pessoas na igreja, principalmente as de missões em outros países, vai levá-las ao aeroporto, como havia feito na madrugada do evento e chegou na hora com toda a disposição para trabalhar e receber os irmãos e irmãs das Sociedades, que compareceram, inclusive os da Rocinha, onde estava havendo um tiroteio. Com esse testemunho de fé e valor das orações e carinho, voltamos ainda mais confiantes em Deus e nas orações dos irmãos.

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    Neize Tavares, professora, membro ativa da Catedral há 24 anos, ministério de comunicação e sócia da SMMulheres.

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